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Cinto de Segurança para Trabalho em Altura

Cinto de Segurança para Trabalho em Altura

Cinto de segurança para trabalho em altura

Para trabalhos realizados a partir de dois metros de altura ou atividades que ofereçam risco de lesão mesmo abaixo dessa altitude, as normas NR 35 e NR 6 exigem o uso de determinados Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), visando garantir a integridade de profissionais e equipamentos durante serviços em elevação.

Indicados para proteção de profissionais que realizam atividades em grandes altitudes, os cintos e o cinturão de segurança para trabalho em altura da Polifitema são produzidos com materiais de primeira linha e tecnologia de ponta, oferecendo condições ideais para trabalho em altura, espaços confinados ou ambientes quentes.

Tudo isso a um preço acessível!

 Com quase 30 anos de experiência, prezamos oferecer valores e condições dentro da realidade do mercado, sem deixar de lado a qualidade de nossos produtos e do atendimento ao cliente.

 Por isso, todos os itens de segurança comercializados pela Polifitema são feitos para proporcionar conforto e garantir alta resistência, atendendo às necessidades de compradores dos mais variados portes e segmentos.

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CINTOS, TALABARTES DE ANCORAGEM E OUTROS PRODUTOS

Entre todos os itens comercializados pela Polifitema, estão talabartes de ancoragem, cinto paraquedista, cinta para amarração de cargas e cinto de segurança paraquedista. Tudo com preços imbatíveis e condições especiais de pagamento.

Com uma ampla variedade de modelos, os talabartes de ancoragem são dispositivos conectados aos cintos de segurança feitos para prender o trabalhador em um ponto de ancoragem, a fim de reter quedas e auxiliar no posicionamento.

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CINTO DE SEGURANÇA PARAQUEDISTA

 Utilizado para segurar o trabalhador e mantê-lo preso, o cinto de segurança paraquedista oferece toda a sustentação necessária para a execução de atividades em altura, fazendo com que todo o peso seja bem distribuído entre os pontos de conexão ao longo do corpo do colaborador.

O cinto de segurança paraquedista da Polifitema é desenvolvido seguindo todas as exigências e padrões das normas NBR 15.835/2010 e NBR 15.836/2010. É importante frisar que, para cada atividade, há um modelo de cinto adequado, tais como:

  • Cinto de segurança paraquedista com um ponto de conexão: utilizado com talabarte em Y, trava-quedas para corda ou trava-quedas retrátil;
  • Cinto de segurança paraquedista para espaço confinado com alças nos ombros: indicado para uso com trapézio durante acesso a ambientes com espaço limitado; 
  • Cinto de segurança paraquedista para trabalho a quente: recomendado para atividades com o uso da solda ou sob altas temperaturas;
  • Cinto de segurança paraquedista para acesso por cordas, resgate e alpinismo industrial: opção ideal para tarefas em que o acesso é feito por cordas, que dão sustentação ao colaborador;
  • Cinto de segurança paraquedista com ponto de conexão lateral: deve ser utilizado com o talabarte de posicionamento, mantendo o trabalhador devidamente posicionado e com as mãos livres.

COMO ESCOLHER OS CINTURÕES DE SEGURANÇA PARA TRABALHO EM ALTURA CERTOS PARA A MINHA NECESSIDADE?

Antes de comprar um cinturão de segurança, você precisa de algumas garantias sobre a eficiência daquele produto para a sua necessidade, ou seja, se ele comporta o peso dos trabalhadores que usarão os cinturões de segurança, se é adequado para tal finalidade, entre outros pontos a serem avaliados.

Até qual peso os trabalhadores que exercem serviço em altura podem usar os cinturões de segurança?

Alguns indicam que os cinturões de segurança só podem ser usados para trabalhadores que possuem até 100 kg. Atualmente, não existe nenhuma norma legal que proíba trabalhadores acima dessa pesagem de executarem algum tipo de trabalho em altura. As normas dos EPIs estipulam o limite de 100 kg de massa como padrão para a realização de testes de diversos equipamentos, como, por exemplo, os cinturões de segurança. Esses testes e ensaios são relativos aos produtos, e não a procedimentos de trabalho.

Para entender como os trabalhadores acima de 100 kg podem se influenciar com o cinto de segurança para trabalho em altura, deve-se entender como funciona a mecânica de queda do trabalho em altura.

Imagine um carro na estrada a aproximadamente 80 km/h. Ao acionar os freios de maneira leve, o veículo vai se deslocar em um espaço curto até parar completamente. Enquanto essa ação ocorre, o corpo de quem está dentro do veículo sofrerá uma leve projeção para a frente do carro.

 Em uma segunda situação, esse mesmo veículo a 80 km/h colide com um muro. Com esse impacto, o tempo de frenagem e o espaço de deslocamento são praticamente nulos, fazendo com que o veículo pare completamente enquanto seus ocupantes são projetados para frente de maneira brusca, seguindo o princípio físico da inércia, que afirma que “um corpo em movimento tende a permanecer em movimento”. Ao sofrer uma queda, sofremos a mesma ação física dentro do corpo. Nosso corpo é o veículo, enquanto nossos órgãos são os ocupantes do carro sofrendo com a desaceleração.

 A função dos cinturões de segurança é criar pontos de distribuição de impacto no corpo do trabalhador que usa o EPI. Esses pontos de impacto dos cinturões de segurança estão ligados a um sistema de absorção de energia.

Ao analisar um trabalhador de mais de 100 kg em uma situação de queda crítica (que é o que chamamos de fator 2), essa queda vai gerar uma energia maior do que o absorvedor foi dimensionado para aguentar. A implicação disso é que o cinto de segurança para trabalho em altura irá suportar uma força de até 1.500 kgf, determinados pelo ensaio técnico da norma NBR, porém o corpo do trabalhador irá receber todo o restante de energia que o absorvedor dos cinturões de segurança não dissipou, causando como consequências lesões e, em casos extremos, o óbito.

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